The 2-Minute Rule for preço de camera de segurançai em palmas to

preço de camera de segurança
Quando olho para o FB, verifico que a maioria dos meus amigos/conhecidos da área da escrita, que fazem parte da minha lista, publicam sem pudor todo o tipo de textos: comentários, pequenas reflexões, notícias, pequenos contos, poemas, textos de outros autores, e não consigo identificar as "esquisitices" que creio intuir algumas vezes na fotografia.

Ora, eu tenho andado nas últimas semanas às voltas com a poesia de Cesário e a determinada altura senti necessidade urgente de escrevinhar estes versos.

Uma razão da diferença poderá ter a ver com a antiguidade do processo e com o seu amadurecimento. A fotografia tem pouco mais de a hundred anos e só recentemente se “vulgarizou e democratizou”. Outra razão da diferença poderá ser não existirem na literatura tantas confusões conceptuais como no mundo das artes visuais. Não há purismos exacerbados. Não há apropriação da escrita para criar objectos artworkísticos chamados contemporâneos.

Percebemos, num ápice, que as palavras de Teixeira de Pascoaes são pesadas como chumbo e nos forçam a descer ao pó, ou leves como o ar e nos obrigam a trabalhar no reino da ilusão. indent indent @@font-measurement:10px;//O homem, ao morrer, apaga

]] pode fazê-lo no internet site da blurb; fazendo uma encomenda, recebê-lo-á pelo correio.@@

Susan Sontag//@@ Quantas histórias poderiam as minhas fotografias feitas no metro em Lisboa, há uns dias atrás, contar? A história que eu contei não é a verdade, isso eu sei.

Temos portanto técnica e visão, como os dois vectores em que a “boa” fotografia se apoiava. O domínio da técnica e uma visão apurada dotavam um fotógrafo dos meios necessários para fazer “boas” imagens e possibilitavam a sua avaliação criteriosa e justa pelo público e pelos companheiros de actividade. Poder-se-á argumentar que a contemporaneidade alterou esta realidade e que a chamada fotografia/arte contemporânea teria introduzido e até twister quase única uma terceira componente na “qualidade” da fotografia: o pensamento, muitas vezes designado como conceito. As transformações tecnológicas, sociais, culturais e artworkísticas do last do século XX teriam tornado o pensamento a componente mais importante de uma fotografia que pretende assumir uma intervenção artworkística contemporânea. Será verdade? Observa-se facilmente que na maioria dos casos tal facto não é nada evidente. Na realidade, muita da chamada fotografia contemporânea, paradoxalmente, parece valorizar pouco a reflexão ou o pensamento, oferecendo-se-nos, ora sem quaisquer critérios, ora, surpreendentemente, novamente a sobrevalorizar critérios técnicos, ainda que sob novas roupagens. Será esta a razão por que a técnica e a visão continuam no presente a ser os alicerces fundamentais da formação académica em fotografia?@@

Poderia com certeza alargar a minha dúvida e perguntar porque continuo a fotografar. Talvez tenha encontrado a resposta. Talvez eu não precise de fazer razão... indent indent @@font-sizing:10px;//''INFANTIL'' O menino ia no mato

Quando precisei do poema fui à procura do livro. Como não o consegui encontrar nas prateleiras cheias de minha casa, fui obrigado a tentar uma tradução...) Dequalquer forma este é o authentic em alemão: ''Der Panther'' Sein Blick ist vom Vorübergehn der Stäbe

]]'. indent indent @@font-measurement:10px;''Arca de Noé'' é um livro de fotografia, baseado num projecto fotográfico que venho desenvolvendo há uns anos, sobre a memória, sobretudo em torno das recordações de infância, da sua resistência, da sua fragilidade e da sua perecibilidade. É construído a partir de dois espaços: as casas dos meus avós, uma no Porto, nas Fontainhas, e a outra na Beira Alta, perto da raia, em Figueira de Castelo Rodrigo. É um projecto sobre a memória e sobre a perda que a memória implica. Para editar o livro iniciei uma campanha de "crowdfunding". Quem quiser apoiar faz uma reserva antecipada do livro, realiza um pagamento via MB, e recebe depois o livro pelo correio.

]]. Juntei algumas fotografias, onde o verde arriveça a despertar, que fiz de outro fogo que tinha ocorrido o ano passado, bem próximo, num lameiro, no Serro. Sabem o que me perturba nesta [[série

indent indent @@font-dimensions:10px;//Habituámo-nos quase todos a aceitar sem hesitação que o conceito de beleza apareça naturalmente associado à ideia de arte.

..)@@ Tal como a pantera, parecemos hoje viver dentro de uma jaula e acreditamos que por detrás das grades não há nenhum mundo. @@font-dimension:10px;Nota: Eu sabia que havia traduções do poema em português. Uma das pessoas que o traduziu foi o meu amigo Jorge Sousa Braga para o livro "Animal, Animal", uma colectânea sobre animais, onde o poema está incluído. Fui à procura do livro. Como não o consegui encontrar, fui obrigado a tentar uma tradução.@@

indent indent @@font-dimension:10px; Não nos espantamos que nos prometam uma coisa e depois façam outra

Leave a Reply

Your email address will not be published. Required fields are marked *